

1970 - Paul Stanley e Gene Simmons formam a banda Rainbow. Esta banda começou e terminou no princípio dos anos 70 sem ter feito nenhuma gravação. Em seguida os componentes estiveram em outro grupo , o Wicked Lester, que foi um pouco mais longe que seu antecessor chegando a gravar um álbum pela Epic Records que nunca foi editado oficialmente.
1972 - Simmons e Stanley publicam anúncio na imprensa mais descolada da época, Rolling Stone e Village Voice , e em outubro Ace Frehley (guitarra) e Peter Criss (bateria) são incorporados a banda.
1973 - A banda é batizada como Kiss em janeiro.
1974 - 18 de fevereiro , lançamento do primeiro disco . KISS.
Outubro do mesmo ano. Editado Hotter Than Hell .
1975 - Lançamento de Dressed to Kill em fevereiro. Em 12 meses era o terceiro álbum publicado pela banda. Neste álbum está o primeiro grande hit do Kiss, Rock and Roll all Nite.
Em outubro do mesmo ano sai Alive I. Primeiro álbum da banda gravado ao vivo. Este disco transformou o Kiss em sucesso absoluto, pois seus shows eram o ponto forte da banda . Teve início a Kiss Mania.
1976 - Em março acontece o lançamento do disco que viria a ser o mais conhecido do Kiss, Destroyer . Com este disco também começaram os problemas.
Bob Ezrin , então produtor do disco , não teria gostado das partes gravadas por Peter Criss , e a parte da bateria foi refeita por Dick Wagner.
Enquanto era editado o novo álbum , Rock and Roll Over em novembro , a crise na banda se agrava pois o grupo estava dividido, de um lado Ace e Peter, que se achavam rejeitados pelos parceiros Gene e Paul.
1977 - O Kiss faz seu primeiro show no Japão, país onde a banda alcançou maior popularidade depois dos E.U.A.
Em junho a Marvel anunciava o primeiro número de revista em quadrinhos, lançada um mês depois do novo disco Love Gun . A banda ao vivo impressionava...Dá- lhe Alive II !
1978 - Os rumores de dissolução da banda tornaram-se mais fortes neste ano, quando Peter e Ace, seriamente envolvidos com o uso de entorpecentes, declararam-se dispostos a sair para gravar discos solos, caso suas participações no Kiss continuassem pequenas. A saída para o impasse foi que cada um gravasse seu álbum solo e que eles fossem editados simultaneamente . Para atender os fãs que também queriam um novo disco da banda, a Casablanca editou uma compilação do Kiss, chamada Double Platinium.
Em maio o Kiss anuncia seu filme Kiss Meets The Phantom Of The Park . Os quatro álbuns solos foram editados em setembro, com grande sucesso.( Paul, Gene, Ace e Peter)
1979 - Peter Criss se envolveu num sério acidente de carro e teve que ser afastado, quando o Kiss ensaiava para gravar o novo álbum Dinasty, produzido por Vini Poncia. Criss foi substituído por Anton Fig , um músico de estúdio.
Dinasty é lançado em maio e junto com ele o hit " I Was Made For Loving You ". O fim da excursão americana de Dinasty , foram os últimos shows de Peter Criss com o Kiss naquela primeira fase. Este ano também marcou o fim do contrato com a Casablanca Records . O Kiss assinou com a Polygram que passou a distribuir seus discos mundialmente.
1980 - Em janeiro o Kiss começou a gravar o álbum Unmasked, com Anton Fig no lugar de Peter Criss . Um novo baterista , Eric Carr , é recrutado e cria sua própria imagem no grupo, uma raposa . Neste mesmo ano em dezembro acontece o último show com a participação de Ace Frehley na primeira fase da banda.
1981 - No início do ano o KISS lança uma coletânea com 4 músicas inéditas, Killers.
No meio deste ano o Kiss lança Music From " The Elder", um disco conceitual,elogiado pela crítica e assim como seu antecessor, Unmasked, ignorado pelo público.
1982 - Ace Frehley sofre um acidente de carro e não pode participar das gravações de Creatures Of The Night,novo álbum da banda. Vários músicos tomam seu lugar durante as gravações,e um deles, Vincent Cusano , se integra ao Kiss para a excursão de se seguiu ao álbum, editado em outubro. Vincent adota o nome de Vinnie Vincent e a maquiagem de " Guerreiro Egípcio".
1983 - A excursão de Creatures... chega ao Brasil em junho . Esta seria a última excursão do Kiss maquiados. Em setembro é lançado " Lick It Up" e a banda aparece na MTV sem máscaras.
1984 - Concluída a excursão de Lick It Up , Vinnie é despedido, em seu lugar entra Mark Norton, que muda o nome para Mark St John . O novo álbum " Animalize" foi gravado com o auxílio do baixista Jean Beauvoir, dos Plasmatics , pois Gene estava ocupado tentando se fazer de ator em Hollywood, uma de suas antigas aspirações.
Animalize sai em setembro e na excursão feita a seguir Bruce Kulick e Mark ST John se revezam entre um show e outro, porém no final da excursão é Bruce quem acaba integrado à banda , quebrando uma antiga "tradição": Ele é o único músico que já participou do Kiss a usar seu próprio nome.
1985 - Animalize Alive é editado em vídeo. O Kiss grava o álbum "Asylum" que é editado em setembro.
1987 - Setembro, é o mês escolhido para o lançamento de "Crazy Nights" (que novidade...)
1988 - Kiss lança " Smashes,Trashes and Hits " . Uma coletânea com edições remixadas e que inclui duas músicas novas , Let's Put The X In Sex e ( You Make Me ) Rock Me Hard, além de uma versão de Beth cantada por Eric Carr.
1989 - Kiss renova contrato com a Polygram e lança " Hot In The Shade" . Em novembro deste ano acontece o último show com Eric Carr.
1991 - Em junho, o Kiss gravou " God Gave Rock And Roll To You II " com Eric Singer (que já havia trabalhado com Paul Stanley em seu projeto solo) tocando bateria no lugar de Eric Carr, que apenas fez backing vocals. Meses antes , Carr havia feito uma cirurgia no coração para a retirada de um tumor. Em agosto é anunciado que ele está com câncer,e em três meses, depois de passar por vários tratamentos, Eric Carr morre,pouco antes do Kiss entrar em estúdio para gravar " Revenge", o novo álbum.
( Nesta página você verá transcrito uma das últimas entrevistas feitas por Eric , ainda no Hospital.)
1992 - Em maio é lançado Revenge já com a efetivação de Eric Singer nas baquetas. O álbum é dedicado à Eric Carr .
1993 - Em maio é publicado " Kiss Alive III " . O Kiss volta a mostrar sua força ao vivo.
1994 - Em junho deste ano é editado " Kiss My Ass " , um tributo a banda com canções sendo executadas por grandes astros , como Steve Wonder, Lenny Kravitz e Garth Brooks.
1995 - É realizado um show acústico na MTV , que viria à ser editado em vídeo, com as participações de Ace Frehley e Peter Criss chamado " Unplugged & Unmasked".
1996 - Em março sai o CD/DVD " MTV Unplugged & Unmasked" , seguido de uma nova coletânea "You Wanted The Best, You Got The Best !! " , em junho.
Entre os dois lançamentos o Kiss anuncia a reintegração de Criss e Frehley para uma excursão e em junho é realizado o primeiro show com a nova - antiga formação e , mascarados.
Em agosto Bruce Kulick e Eric Singer saem da banda .
1997 - Apenas em outubro sairia o novo CD do Kiss intitulado " Carnival Of Souls" , (que fora gravado a mais de 2 anos). O primeiro álbum inédito desde Revenge, que saiu em 1992.
1998 - Em setembro é lançado " Psycho Circus" e uma nova turnê mundial é marcada,dando início a uma nova onda de popularidade da banda , que já contabilizara mais de 25 anos de estrada.
1999 - A turnê passa pelo Brasil com a banda trazendo o show completo com direito a óculos 3D , Gene Simmons voando,cuspindo fogo e vomitando sangue e Paul sobrevoando a platéia para cantar Love Gun no meio da multidão.
2000 - Começa a turnê " Farewell Tour" e o Kiss lança o filme Detroit Rock city .
2001 - Peter sai do Kiss e Eric Singer entra em seu lugar caracterizado de Catman.
2002 - Ace Frehley deixa a banda e em seu lugar assume Tommy Thayer caracterizado de Spaceman .
2003 - É gravado na Austrália Kiss Symphony com Gene Simmons, Paul Stanley, Peter Criss (sim ele voltou) e ...Tommy Thayer.
Este show acabou virando um CD/DVD e ficou conhecido como Alive IV.
2004 - Agora com Eric Singer novamente nas baquetas o KISS continua a fazer shows no Japão e Austrália.
Gene Simmons lança o CD Asshole.
2005 - Com esta mesma formação o KISS continua os shows pelos Estados Unidos , participando de eventos beneficentes e gravando DVDs ao vivo .
2006 - Paul Stanley lança o CD Live To Win e parte em turnê pelos Estados Unidos com a House Of Band, que tem como guitarrista solo o brasileiro Rafael Moreira.
2007 - Morre dia 05 de Abril Mark St John aos 51 anos de idade. Vítima de uma hemorragia cerebral, Mark participou da formação que gravou Animalize.
No dia 24.07 Peter Lança seu novo CD One For All.
No dia 27.07 Paul Stanley apresenta problemas cardíacos e fica impossibilitado de tocar no show no Soboba Casino... E pela primeira vez na história a banda se apresenta como um trio com Gene, Singer e Tommy.O show em áudio você pode ter aqui.
2008 - Em Janeiro, KISS e Ace Frehley anunciam uma nova turnê .
No dia 16 de março,início da temporada de Fórmula 1, o KISS fecha o evento com show para mais de 50.000 pessoas em Melbourne,Austrália. A parte Européia da turnê teve fim em 26 de junho com um show em Dessel para 50.000 pessoas. Em 34 exibições, o KISS tocou para 579.200 fãs (média: 17.035/show).
2009 - Em abril, KISS dá início a turnê Sul americana, a segunda parte da KISS ALIVE 35 TOUR!!
O KISS se apresentou pela quarta vez no Brasil,em dois shows nos dias 07 e 08 de abril,São Paulo e Rio de Janeiro respectivamente ,levando a loucura os milhares fãs da banda. Para saber mais sobre os shows, clique aqui!!
Agosto, o KISS anuncia o nome do novo álbum da banda, " SONIC BOOM " com previsão de lançamento para 06 de outubro. A capa ficou a cargo do mesmo artista que criou a arte para Rock And Roll Over, Michael Doret. Confira aqui a capa do novo álbum do KISS.
Outubro,dia 06, o KISS lança oficialmente o seu novo álbum SONIC BOOM.O grupo na mesma semana mostra o novo figurino que vai usar durante a turnê Alive 35.
Ace Frehley anuncia seu novo álbum Anomaly e Bruce Kulick anuncia o seu BK3.
Informações retiradas da Coleção Biographic Arte - " Criaturas da Noite - Kiss " / Redação de René Ferri/ Publicado pela Editora Canaã.
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" Quem tocou o quê...e aonde.
Quem são os músicos que cederam seu talento para colaborar com o Kiss"
KISS
(1974)
Nothin' To Lose - Bruce Foster on Piano
HOTTER THAN HELL (1974)
Parasite - Ace Frehley on bass
DRESSED TO KILL
(1975)
Ladies In Waiting - Gene Simmons on guitar
C'mon And Love Me - Paul Stanley guitar solo
DESTROYER (1976)
Beth - Dick Wagner on acoustic guitar
Great Expectations - Harlem Boys Choir
Detroit Rock City - Paul and Ace share lead guitar,
Bob Ezrin as news-reader
Flaming Youth - Dick Wagner on guitar solo
Sweet Pain - Dick Wagner on guitar solo
God Of Thunder - David and Josh Ezrin as kiddie voices
ROCK AND ROLL
OVER (1976)
See You In Your Dreams - Gene Simmons on rhythm guitar
I Want You - Paul Stanley on lead guitar
Ladies Room - Gene Simmons on guitar
Hard Luck Woman - Paul Stanley on acoustic 12 string guitar
LOVE GUN (1977)
I Stole Your Love - Paul and Ace share lead guitar
Christine Sixteen - Gene Simmons on guitar and piano
Love Gun - Paul Stanley on bass
Got Love For Sale - Gene Simmons on guitar
Plaster Caster - Gene Simmons on guitar
Almost Human - Gene Simmons on rhythm guitar, Jimmy Maelin on congas
Then She Kissed Me - Paul Stanley on lead guitar
** Background vocalists, The KISSettes: Tasha Thomas, Ray Simpson, and Hilda
Harris
ALIVE II SIDE 4
(1977)
All American Man - Bob Kulick on lead guitar
Rockin' In The USA - Bob Kulick on lead guitar
Larger Than Life - Bob Kulick on lead guitar
Rocket Ride - Ace Frehley on bass
Any Way You Want It - Bob Kulick on lead guitar
Note: The KISS box set
details that Rick Derringer played on "Larger Than Life". However, Rick's
official discography omits this alleged contribution, while including his
later work with the band...
DOUBLE
PLATINUM (1978)
No substitutions/extras currently known, though suspected!
DYNASTY (1979)
I Was Made For Lovin' You - Anton Fig on drums, Vini Poncia on keyboards &
vocals
2,000 Man - Anton Fig on drums, Ace Frehley on bass
Sure Know Something - Anton Fig on drums, Paul Stanley on guitar solo, Vini
Poncia on vocals
Magic touch - Anton Fig on drums, Paul Stanley on bass
Hard Times - Anton Fig on drums, Ace Frehley on bass
X-Ray Eyes - Anton Fig on drums
Charisma - Anton Fig on drums
Save Your Love - Anton Fig on drums, Ace Frehley on bass
UNMASKED (1980)
Is That You? - Anton Fig on drums, Paul Stanley on guitar solo
Shandi - Anton Fig on drums, Tom Harper on bass, Holly Knight on keyboards,
Paul Stanley on lead guitar
Talk To Me - Anton Fig on drums, Ace Frehley on bass
Naked City - Anton Fig on drums
What Makes The World Go 'Round - Anton Fig on drums, Paul Stanley on guitar
solo
Tomorrow - Anton Fig on drums, Paul Stanley on bass
Two Sides Of The Coin - Anton Fig on drums, Ace Frehley on bass
She's So European - Anton Fig on drums
Easy As It Seems - Anton Fig on drums, Paul Stanley on bass and guitar solo
Torpedo Girl - Anton Fig on drums, Ace Frehley on bass
You're All That I Want - Anton Fig on drums, Gene Simmons on rhythm guitar
Note: Vini Poncia plays
keyboards, precussion, and sings backing vocals throughout the album...
MUSIC
FROM "THE ELDER" (1981)
A World Without Heroes - Paul Stanley on lead guitar
Dark Light - Ace Frehley on bass
Escape From The Island - Bob Ezrin on bass
I - Allan Schwartzberg on drums
Odyssey - Tony Powers on keyboards
Only You - Gene Simmons on rhythm guitar
KILLERS (1982)
Nowhere To Run - Bob Kulick on lead guitar
Partners In Crime - Bob Kulick on lead guitar, Paul Stanley on bass
Down On Your Knees - Bob Kulick on lead guitar, Paul Stanley on bass
I'm A Legend Tonight - Bob Kulick on lead guitar, Paul Stanley on bass
CREATURES OF THE
NIGHT (1982)
Creatures Of The Night - Unknown (pos. Mike Porcaro) on bass, Steve Ferris on
lead guitar, Adam Mitchell on guitar
Danger - Jimmy Haslip on bass
I Still Love You - Eric Carr on bass, Robben Ford on lead guitar
Rock And Roll Hell - Robben Ford on lead guitar
War Machine - Gene Simmons on rhythm guitar
LICK IT UP
(1983)
Exciter - Rick Derringer on guitar solo
ANIMALIZE (1984)
Thrills In The Night - Jean Beauvoir on bass & backing vocals
Get All You Can Take - Jean Beauvoir on bass & backing vocals
Under The Gun - Jean Beauvoir on bass & backing vocals
Heaven's On Fire - Paul Stanley on bass
I've Had Enough (Into The Fire) - Paul Stanley on bass
Lonely Is The Hunter - Bruce Kulick on guitar solo
Murder In High Heels - Bruce Kulick on guitar
ASYLUM (1985)
Tears Are Falling Paul Stanley on bass
Uh! All Night - Jean Beauvoir on bass
CRAZY NIGHTS
(1987)
Hell Or High Water - Bruce Kulick on bass
Note: Both Phil Ashley and
Paul Stanley perform keyboards on the album. Tom Kelly sings backing vocals...
SMASHES,
THRASHES & HITS (1988)
No substitutions/extras currently known
HOT IN THE SHADE
(1989)
Rise To It - Paul Stanley on slide guitar
Betrayed - Tommy Thayer plays some guitar
Little Caesar - Eric Carr on bass/vocals, Bruce Kulick on all guitars
Forever - Bruce Kulick on bass, Phil Ashley on keyboards
Hide Your Heart - Phil Ashley on keyboards
Silver Spoon - Charlotte Crossley, Valerie Pinkston, and Kim Edwards-Brown on
backing vocals
Cadillac Dreams - Pat Regan and Paul Stanley on 'brass'
You Love Me To Hate You - Kevin Valentine is rumored to play drums
REVENGE (1992)
Domino - Gene Simmons on rhythm guitar
Tough Love - Bruce Kulick on bass
Every Time I Look At You - Bruce Kulick on bass; Paul Stanley on acoustic
guitar; Dick Wagner on guitar solo
Carr Jam 1981 - Eric Carr on rhythm guitar
Take It Off - Kevin Valentine on drums
Note: Tommy Thayer
apparently sings backing-vocals on some tracks...
CARNIVAL
OF SOULS (1995)
I Will Be There - Bruce Kulick on bass
Rain - Bruce Kulick on bass
Master & Slave - Bruce Kulick on bass
Jungle - Bruce Kulick on bass
It Never Goes Away - Bruce Kulick on bass
I Walk Alone - Bruce Kulick on bass & lead vocals
In The Mirror - Bruce Kulick on bass
PSYCHO CIRCUS
(1998)
Psycho Circus - Paul Stanley on lead guitar
We Are One - Paul Stanley on bass, Gene Simmons on guitar
I Finally Found My Way - Paul Stanley on bass, Shelly Berg on acoustic piano,
Bob Ezrin on Fender Rhodes
I Pledge Allegiance - Paul Stanley on bass on chorus & lead guitar
Raise Your Glasses - Paul Stanley lead guitar
You Wanted The Best - Ace Frehley on guitar solo
Within - Bruce Kulick on backwards guitar intro
Journey Of 1,000 Years - Shelly Berg on acoustic piano
Note: It's pretty obvious
that there are other players on the album, mainly Tommy Thayer and Kevin
Valentine. The only song the original four members play on together is "Into
The Void"...
DETROIT
ROCK CITY OST (1999)
Nothing Can Keep Me From (Puking On) You - Bruce Kulick on Bass, Steve Ferrone
on Drums
WE'RE A HAPPY
FAMILY, A TRIBUTE TO THE RAMONES (2003)
Do You Remember Rock 'N Roll Radio - Gene Simmons on bass/vocals, Paul Stanley
on guitar/vocals, Eric Singer on drums, Scott Paige on saxaphone, Derick
Sherinian on keyboards
GENE SIMMONS -
ASSHOLE (2004)
Sweet & Dirty Love - Gene Simmons on vocals, background vocals, and bass;
Bruce Kulick on rhythm and lead guitar; Eric Singer on drums.
Firestarter - Gene Simmons on vocals; Dave Navarro on lead guitar; The
Overseer produced and provided electronica.
Weapons Of Mass Destruction - Gene Simmons on vocals, background vocals, bass,
and rhythm guitar; Bruce Kulick on rhythm and lead guitar; Eric Singer on
drums.
Waiting For The Morning Light - Gene Simmons on vocals and background vocals;
Beautiful - Gene Simmons on vocals; Mark Addison on drums, bass, keyboards,
guitar, and background vocals; Nina Singh on drums, vocals, guitar, percussion,
and loops.
Asshole - Gene Simmons on vocals and background vocals; Frank Tolstrup on
drums, bass, rhythm guitar, and percussion; Thomas Ruud on lead guitar.
Now That You're Gone - Gene Simmons on vocals, background vocals, and bass;
Jeff Diehl on all instruments; Sophie Simmons, Zachary Grant, and Kylie
O'Brien on background vocals.
Whatever Turns You On - Gene Simmons on vocals; Dave Williams on vocals and
harmonies; Holland McRae on lead guitar; Dan Crupier on drums; Brian Lebarton
on piano; Shannon Tweed, Louise Tweed, Michelle Casio, and Nira Weiss on
background vocals.
Dog - Gene Simmons on vocals; Bag on all instruments, vocals, and background
vocals.
Black Tongue - Gene Simmons on vocals, background vocals, and bass; Dweezl
Zappa on lead guitar; Richie Kotzen on guitar; Dweezl, Ahmet, Moon Unit, and
Gale Zappa on background vocals.
Carnival Of Souls - Gene Simmons on vocals, background vocals, and bass;
Ritchie Kotzen on rhythm and lead guitar; Nick Simmons, Chris and Steve
Parrish on background vocals; Drum machine on drums=)
If I Had A Gun - Gene Simmons on vocals; Bag on all instruments and background
vocals.
1,000 Dreams - Gene Simmons on vocals; Bag on all instruments and background
vocals; Unknown steel guitar player.
Everybody Knows - Gene Simmons on vocals; other players unknown.
You're My Reason For Living - Gene Simmons on vocals; Jesse Damon on guitar
and backing vocals; Mark Hawkins on guitar; EJ Curse on bass; Brian Fox on
drums.
Paul Stanley ..... Lead vocals, background vocals, guitar, percussion.
Victor Indrizzo ..... Drums on all tracks.
Corky James ..... Guitars on all tracks; Bass on 1, 3, 6, 8, & 10.
Brad Fernquist ..... Guitars on 6, 8; Guitar solo on 1, 3-4, & 6-9.
John 5 ..... Guitars on 10; Guitar solo on 5 & 10.
Tommy Denander ..... Guitars on 3.
Andreas Carlsson ..... Guitars on 5; Additional background vocals on 5.
Bruce Kulick ..... Bass on 4, 7, 9.
Sean Hurley ..... Bass on 2, 5, & 10.
David Campbell ..... Strings orchestration on 4, 7, & 9.
Harry Sommerdahl ..... Keyboards, Programming on 1-3, 5-7, & 10.
Russ Irwin ..... Piano, Keyboards on 4; Keyboards on 8.
Zac Rae ..... Piano on 5.
Greg Kurstin ..... Piano on 7, 9
Brian Steckler ..... Keyboards on 9.
C.C. White ..... Additional background vocals on 5 & 10.
John Shanks ..... Additional background vocals on 10.
Fonte : KissFaq
ERIC CARR
LEMBRADO POR ANDY MARTIN JR.
![]() |
|
Na segunda-feira à noite, dia 25/11/91, um óbito sucedeu o telegrama AP: |
" O baterista do KISS, Eric Carr, faleceu por complicações ocasionadas por um
câncer. Carr ingressou no KISS em 1980, depois da partida do baterista
original, Peter Criss, e gravou 8 álbums com a banda, incluindo Hot in the
Shade do ano passado. Carr havia sofrido vários contratempos desde que teve um
tumor maligno removido de seu coração no início deste ano. Ele tinha 41 anos."
Eu terminei lendo este óbito 3 vezes para ter certeza de que o que ele disse
era o que eu pensei que ele disse. Eric Carr havia falecido. Você vê, alguns
meses atrás eu tive a chance de falar com Eric. Neste tempo ele tinha acabado
de sair do hospital um dia antes. Ele teve seu coração aberto na cirurgia para
remover o tumor maligno. Carr estava se recuperando, muito alegre e otimista
sobre seu futuro.
O que segue é a minha conversa com Eric, na sua totalidade. Nós rimos, falamos
sobre o que ele ía fazer e compartilhamos alguns sonhos...
AM - Hey Eric !
Como está se sentindo?
EC - Não igual como
no início. Estou me sentindo muito melhor agora. Deixe-me ver como posso te
explicar tudo. A semana após o "Valentine's Day" (de 1991) eu estava realmente
doente. Febre alta, tossindo muito.. Eu pensei que era gripe. No sábado
seguinte eu tirei um raio-x do peito porque pensei que eu tivesse pego
pneumonia. O raio-x estava bom, tanto quanto meus pulmões que me preocupavam,
mas isso mostrou que a cavidade do meu coração havia aumentado. Eu fui mandado
à um cardiologista e ele fez um ecocardiograma, e descobriu que tinha fluído
ao redor do meu coração. Quando foi limpo, eu só descobri hoje, não havia
fluído, havia sangue. Fluído pode crescer nesta área, devido à um vírus ou
infecção, então isso supôs que era o que era. Eu explicarei para você o que
aconteceu. Você realmente quer isso, aqui? (risos)
AM - A imprensa tem falado sobre sua situação até
agora, no entanto, correto?
EC - Eles disseram
isso na MTV algumas vezes. Eu realmente não tive controle sobre o quanto foi
dito. A banda só disse coisas à respeito porque eu quis que eles dissecem
algo. Se qualquer um fosse capaz, eles teriam mantido isso quieto. Mas eu
disse "Não, esta é minha vida e não quero que isso seje um f** segredo".
AM - Então você acha que será capaz de voltar para trás da bateria em algumas
semanas?
EC - Eles te dão um
plano de exercícios que é o mesmo para todo mundo.. Você caminha 3 quadras no
primeiro dia, 4 no segundo e sem cessar. Mesmo que eu estivesse me sentindo
ótimo, se eu fizer muito meu corpo vai me avisar. Então estou indo com o plano
deles e dando à mim mesmo 2 ou 3 semanas. Com o modo que estou me sentindo
agora, em 3 semanas eu estarei me sentindo fantástico. Em lugar de caminhar ou
jogar, eu estarei atrás da bateria. Eu tocarei um monte de música dos Beatles
na primeira semana (risos). Será legal (risos), esse é o modo que aprendi.
AM - Quando vocês supõem começar a gravar o novo álbum?
EC - Felizmente
ainda temos tempo. Nada permanente me foi dito, mas estava lendo que
conversaremos em Julho. Isso não afeta muito o álbum. Sempre que empurramos um
pouco nos permite finalizar mais músicas e vir com novo material. O que
acontece normalmente é você concluir perdendo muito tempo no estúdio
Depois de sua cirurgia do coração, Carr
conversou com vários grupos da imprensa e me senti extremamente privilegiado
de ter sido um deles. Olhando para trás isso me faz sentir triste, pensar que
ele se foi. Escutando a voz de Eric em minha fita e transcrevendo suas
palavras é provavelmente uma das coisas mais difíceis de fazer para um
jornalista.
Logo depois de eu dizer adeus à Eric aquele dia, sua condição piorou tanto
quanto melhorou. Os 4 meses seguintes foram testes e mais testes. Então
finalmente o câncer de Carr voltou à o perseguir. Carr passou os últimos 2
meses de sua vida inconsciente em um quarto de hospital em NY, depois de
sofrer uma hemorragia cerebral.
Quando eu queria ouvir coisas boas, descobria que ele estava de volta ao
hospital. Por outubro veio a palavra oficial de que Eric Singer havia
substituído Eric Carr como baterista do KISS. Depois de 12 anos Eric Carr
estava fora da banda .
Para Eric Carr KISS foi sua vida. Ele foi parte do KISS e KISS foi sua parte.
Os detalhes de sua partida do grupo são ambos rumores e superficiais. KISS
continuou, mas com o espírito de Eric Carr. Nos corações dos fãs do KISS em
todo lugar Eric Carr não será esquecido. Para este jornalista será sempre um
prazer conversar com Carr e ele certamente será lembrado por todos que o
conheceram. O mundo da música sofreu uma grande perda.
TRADUÇÃO: Andréia Raffler
FONTE : Harlley Rodrigues
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Rock Life - 03/03/06Kiss - Tommy Thayer, o guitarrista certo
no lugar certo
( Parte da entrevista realizada com Tommy Thayer) |
![]() |
Tommy Thayer - O engraçado a respeito dos fãs do Kiss é que eles são muito exigentes, acabam reclamando de quase tudo e dificilmente se satisfazem com algo lançado atualmente. Às vezes isso me faz rir [risos]. As Kiss Konventions envolveram a volta do Ace [Frehley] e do Peter [Criss] e conseqüentemente resultaram na “Reunion Tour”. O grande acordo foi realmente fazer um retorno da banda com todas roupas da época e com Peter e Ace fazendo um show completo, diferentemente do que aconteceu no acústico [da MTV]. Fui designado para ser o road manager e Gene e Paul pediram para que eu ficasse o tempo inteiro com uma câmera e filmasse tudo, os ensaios, cenas de bastidores e backstage, o grupo na estrada... Enfim, uma captura completa dos fatos da turnê. Já no fim da excursão, Doc Mcghee, empresário do Kiss, disse que precisávamos fazer um vídeo e um DVD com essas imagens. Algumas pessoas ficaram desapontadas e outras amaram Second Coming, mas muitas delas falaram “Não tem musicas completas!”. Só que essa nunca foi a intenção. A idéia principal era fazer um documentário, como você mesmo disse, um grande documentário que explorasse o começo da reunião de Ace, Gene, Peter e Paul, como toda a historia começou, o sucesso da turnê... Essa era a idéia desde o começo. Quando começamos a editar o documentário, havia mais de seis horas de material e transformamos tudo em duas horas e meia. Até pensamos em colocar algumas músicas ao vivo, mas isso deixaria o DVD com uma duração muito grande e precisávamos realmente de duas horas e meia, pois a idéia era colocar o documentário em duas fitas. Se fizéssemos um trabalho que durasse seis horas ou mais, o vídeo ficaria muito chato e essas mesmas pessoas reclamariam. Queríamos contar a historia nesse documentário e foi exatamente isso que fizemos. Foi muito difícil juntar em apenas duas horas e meia toda a emoção que envolveu a reunião da formação original do Kiss, mas acredito que fizemos isso muito bem. Incluir músicas completas ao vivo nunca foi a nossa intenção. Rock Life - Você e Gene têm um ótimo relacionamento desde o começo. Ele co-escreveu várias músicas para o Black ‘n Blue e você fez o mesmo para o Kiss, ou seja, é claro que rola uma tremenda confiança. O que você diria para as pessoas que acreditam que é difícil trabalhar com Gene? Qual é o segredo? Tommy Thayer - Antes de qualquer coisa, gostaria de dizer que mantenho um grande relacionamento não apenas com Gene, mas também com o Paul, pois ele gosta muito do que faço para a banda. Mas voltando para a pergunta, nos damos bem por causa das nossas similaridades. Nós dois trabalhamos o tempo todo, somos persistentes e nunca desistimos das coisas facilmente. Eu e ele temos muito disso. Gosto de trabalhar muito, mesmo que tenha de fazer isso o dia e a noite inteiros, e é por isso que nos damos muito bem. Muitas pessoas gostam de fazer festa e beber bastante. Também gostamos disso, mas o sucesso aparece para as pessoas que realmente trabalham e se esforçam para alcançar seus ideais. Foi de intimidar quando o vi Gene pela primeira vez, porque ele tem aquele jeito de querer as coisas do jeito certo e a sua fisionomia é mesmo intimidadora, mas quando você o conhece a fundo vê que é uma pessoa extraordinária, extremamente profissional e que trata a todos muito bem, dá toda a ajuda necessária aos seus funcionários. Algumas pessoas devem pensar “Nossa, esse cara é maluco!”, e o Gene realmente é [risos], mas também é um cara super trabalhador, que alcançou seus ideais e leva a vida com muito trabalho. Rock Life - E falando em trabalho, o que você sentiu quando teve de usar a maquiagem e as roupas do Ace Frehley pela primeira vez? Quando você percebeu que era o cara para substituí-lo? Tommy Thayer - Na verdade, em 1992 eu tive uma banda tributo ao Kiss chamada Cold Gin, que contava também com Jaime St. James. Fazíamos isso só por diversão, porque todos nós amamos o Kiss. Acredito que foi numa festa de Halloween que resolvemos colocar as maquiagens e as roupas e foi muito legal, um ótimo show! Tocamos as músicas muito bem e foi um lance engraçado de fazer, só que a banda foi se tornando popular porque éramos muito fiéis às canções originais e as coisas realmente começaram a tomar um rumo que não queríamos. Éramos uma banda tributo formada por músicos profissionais que queriam apensar se divertir. Gene e Paul foram nos ver tocando num clube, sendo que na época não havia muitas bandas do tipo, mas foi muito bom eles terem saído impressionados com o grupo. Aquela noite foi realmente ótima para nós, pois nos divertimos, bebemos e rimos bastante. Anos depois, já na “Farewell Tour”, em 2000, quando a coisa toda aconteceu com o Ace no Kiss, pois ele estava brigando muito com os outros integrantes, havia um show em Nova York e Ace simplesmente não apareceu. Sabíamos apenas que ele estava em Los Angeles e pensamos em cancelar a apresentação, mas Gene falou “Não vamos cancelar um show pra dezesseis mil pessoas só porque o Ace não quer tocar. Vamos dar a eles o melhor do Kiss! Tommy, você conhece as músicas. Vamos tocar!” [risos]. Em 1996 eu havia ensaiado com a banda e eles sabiam que eu tocava todo o material, pois cresci ouvindo aquilo eu cheguei até mesmo a ensinar o Ace como tocar alguns de seus solos originais! Acho que ele entrou na banda e resolveu novamente usar a maquiagem e as roupas só para se divertir, mas pulou fora quando as coisas ficaram realmente sérias. Enfim, eles pediram para que fizesse o show, fui me vestir e o maquiador fez o trabalho dele. Faltando vinte minutos para subirmos ao palco, Ace apareceu e você pode imaginar que situação estranha foi ele entrando no backstage e dando de cara comigo vestido com as roupas dele [risos]. O mais engraçado foi que o Ace virou para mim e, como se nada tivesse acontecido, falou “E aí, Tommy, como você esta?” [mais risos]. Ele se pintou e vestiu e foi fazer o show. Seis meses depois disso a banda ia entrar em turnê no Japão e na Austrália, o que seria o fim da “Farewell Tour”, mas Peter achava que não estava sendo pago como deveria e decidiu não participar. Convidamos Eric Singer para fazer os shows restantes e ele aceitou, mas não haveria um novo personagem, uma vez que depois de trinta anos não era a hora de fazer esse tipo de coisa. Sinceramente, as pessoas não entenderam quando Eric [Carr] e Vinnie [Vincent] entraram com novas maquiagens, então Gene e Paul decidiram na época que a banda deveria fazer uma coisa mais voltada para o som. Não seria uma boa idéia fazer personagens novos para introduzir Eric Singer e Tommy Thayer aos fãs, especialmente depois de três décadas. Essa foi a nossa decisão e acredito ter sido a correta. Por mais que as pessoas acham que as maquiagens de Ace e Peter sejam originais deles, na verdade é a assinatura do Kiss e os personagens são referentes à banda. Não importa quem está interpretando. É a mesma coisa quando assistimos a um filme do James Bond, seja com Sean Connery, seja com Roger Moore. Rock Life - Você mencionou que ensinou ao Ace como ele deveria tocar seus próprios solos, uma vez que ele havia esquecido. Como você se sentiu? Tommy Thayer - Foi estranho e me senti um pouco desconfortável ao ensinar os solos para o Ace, mas Gene e Paul pediram e eu topei. Na verdade, ficamos juntos numa sala com dois amplificadores e duas guitarras, sendo que o Ace fez com que tudo fosse totalmente tranqüilo e confortável. Acabei esquecendo o que realmente estava fazendo e tivemos um momento bem legal. Ele fez com que aquilo fosse um momento legal. No começo eu achei que não fosse ter habilidade suficiente, mas as coisas ocorreram muito bem e fiquei bem feliz por tudo ter acontecido da melhor maneira possível. Rock Life - Gene Simmons disse várias vezes ano passado que é um prazer tocar com você e Eric Singer. Ver os quatro membros originais foi um sonho, mas tenho de concordar com Gene, independentemente de eu ser um grande fã do Kiss. A banda está soando muito melhor com você e o Eric. Tenho alguns bootlegs em áudio e vídeo e é latente que o grupo está tocando as músicas do jeito certo, ninguém está reclamando, todo mundo está sóbrio, ou seja, é o outro lado da moeda. Como você se sente com isso? Tommy Thayer - O que você disse é tudo verdade. O principal problema é que as coisas tomaram um rumo maior do que o esperado. Isso aconteceu por causa da personalidade de cada um, dos contratos, acordos e coisas do tipo, porque é uma dinâmica diferente. Quando eles começaram as partes eram iguais, mas hoje em dia as coisas não são mais assim. Gene e Paul mantiveram o Kiss por trinta anos. Foi um trabalho muito pesado e intenso, por isso Ace e Peter não eram mais partes iguais quando voltaram. Os dois acharam que o Kiss iria acabar quando saíram pela primeira vez, e não podemos culpar Gene e Paul por quererem continuar com a banda. Eles a levaram adiante durante todo esse tempo e vão decidir acabar com ela quando quiserem. Esse é o modo como as coisas funcionam. Rock Life - Além disso, me pergunto como um fã pode ficar desapontado no momento em que o Kiss está tocando músicas como All the Way, Love Her All I Can, Christine Sixteen e Makin’ Love. Quando vocês decidiram incluir canções que a banda nunca apresentou ou estava há muito tempo sem tocar? Tommy Thayer - Percebemos que havia uma necessidade de colocar novas músicas no set list, pois a banda estava tocando a mesma coisa há oito anos e os fãs do Kiss precisavam ouvir algo diferente. Eles iriam adorar e seria muito legal também para a banda tocar essas músicas obscuras, então decidimos incluir algumas como Love Her All I Can, All the Way, C’Mon and Love Me e Parasite, por exemplo, pois só tocar canções famosas seria um pouco chato. Claro que os clássicos como Shout It Out Loud, Rock and Roll All Nite e Detroit Rock City não podem ficar fora de um show, mas no caso do Ace e Peter… Eles tinham de ficar naquele repertório básico. Rock Life - Exatamente, mas por que eles não se interessavam em fazer algo diferente? Tommy Thayer - Porque era muito difícil para eles [risos]. É uma resposta muito simples, porém é extremamente sincera e verdadeira. Rock Life - E como guitarrista do Kiss e músico, qual a diferença entre tocar com Eric Singer e Peter Criss? Tommy Thayer - Peter Criss é o baterista original do Kiss e toca… Vou ser bem honesto, ele toca de uma maneira bem básica. Sua pegada e o jeito como ele bate nos pratos é como se fosse um baterista de jazz. Ele não tem a pegada pesada do Eric Singer, mas Peter é um grande baterista, é o som de bateria original do Kiss e isso tem um grande valor, significa muita coisa. Eric é um batera com mais força, todo mundo sabe disso, e provavelmente mais diverso em termos de técnica e habilidade, mas o som do Kiss se desenvolveu e foi criado junto com as bases de bateria do Peter. Ele foi muito importante para a banda. Rock Life - Quando Eric Singer entrou para o Kiss em 1992, ele tocava as músicas antigas de uma maneira bem pessoal, usando dois bumbos e dando uma nova roupagem às canções. Ao usar a maquiagem e a roupa do Peter Criss, passou a tocar mais na linha original. Foi decisão dele ou da banda? Tommy Thayer - Foi uma decisão em conjunto, porque toda a idéia do Kiss com a maquiagem foi dar a mesma vibração de antigamente, então as músicas tinham de ser tocadas como eram originalmente. Quando o fã assiste ao show, ele não quer ouvir as versões dos anos 80 ou 90, mas sim como elas foram originalmente gravadas nos anos 70. Esse é o jeito que tem de ser, que as canções têm de ser tocadas. Não queremos reinventar o sentimento das canções originais do Kiss, porque isso seria errado e, na verdade, nos anos 80 e no início dos anos 90, com o [guitarrista] Bruce [Kulick], algumas vezes eles mudavam um pouco. Era bom para algumas pessoas, mas eu queria ouvir o Kiss tocando as músicas como foram registradas da primeira vez. Por causa disso o show da banda hoje em dia é tocado do modo original. No meu ponto de vista, o modo certo. Rock Life - Você quase antecipou a resposta a esta pergunta. Gene e Paul já disseram que o Kiss não gravará um novo álbum porque, segundo eles, o mundo não precisa de novas músicas da banda. Como fã, discordo plenamente e gostaria de saber quais são as suas perspectivas sobre isso, pois acredito que seria maravilhoso para você e Eric sentar com Gene e Paul para compor um novo disco do Kiss. Tommy Thayer - E eu acho que isso vai acontecer algum dia. Não é oficial, mas particularmente acredito que pode mesmo acontecer. Realmente seria muito bom, porque Eric e eu somos fãs do Kiss desde o começo da banda, então aqui estão nossas influências. Saberíamos exatamente como soar num disco do grupo. Seria ótimo e acho mesmo que provavelmente isso vai acontecer algum dia. Não sei quando, mas tenho um sentimento de que isso está para acontecer. Rock Life - E tenho plena certeza de que essa formação tem competência e talento suficientes para gravar um disco no Kiss e manter a tradição. Foi ótimo ouvir o que você falou e espero que vocês gravem mesmo um novo álbum do Kiss... Tommy Thayer - Concordo com você e também espero que isso aconteça. A maneira como você falou diz tudo! Acredito que temos realmente competência para fazer isso de uma forma que agrade aos fãs do Kiss, mas por enquanto isso poderá acontecer somente no futuro, pois Paul está gravando seu novo disco solo e Gene está envolvido com aquele monte de coisas que ele faz [risos]. Aliás, eu ouvi algumas musicas do álbum do Paul e elas são absolutamente fantásticas. O disco tem muitas guitarras e a voz dele está incrível! Rock Life - Você chegou a participar das gravações do CD? Tommy Thayer - Não, pois optamos por deixar bem separado os músicos que atuam no Kiss e os que atuam no disco solo do Paul. Não quisemos misturar as coisas, por isso eu e o Gene não tocamos no álbum. Rock Life - No início da entrevista você comentou que gravou o Psycho Circus e eu iria mesmo falar a respeito disso. Quais foram as músicas? Tommy Thayer - Eu toquei em todas elas… Quer dizer, menos em Into the Void, a única música em que os quatro membros originais tocaram juntos. No geral, Ace chegou a fazer alguns solos e algumas melodias no disco, mas gravei todas as outras guitarras e também toquei baixo também em We Are One. Rock Life - Numa entrevista recente, Gene revelou que o Kiss só voltará aos palcos daqui a dois anos, o que é muito tempo para os fãs. O que há de verdade nisso? Tommy Thayer - Eu acho que não chega a tanto. Gene diz um monte de coisas, mas não acho que isso vá durar tanto tempo assim. Realmente agora eles estão envolvidos em outros projetos, como Paul e seu disco solo, mas o Kiss não vai ficar sem excursionar por dois anos [N. do R.: e não ficou mesmo, pois no dia 10 de setembro, depois de um ano longe dos palcos, o Kiss se apresentou em Columbus, Ohio, num evento especial para a Honda Corporation e o show durou 90 minutos]. Mas quem sabe talvez ele esteja preparando algo especial, mas nós nunca sabemos. Pode ser que sim, mas acho difícil. Rock Life - Ano passado Gene lançou um novo álbum solo [Asshole], Paul fará o mesmo em breve e Eric Singer está sempre tocando com outros artistas, como Alice Cooper, por exemplo. O que podemos esperar de você? Existe a chance de também gravar um disco? Tommy Thayer - Não, pois não tenho ambição para fazer algo do tipo. Quero tocar e estar no Kiss, estar sempre ajudando e caso eu for requisitado para gravar um novo disco da banda, que seja realmente feito e será nele que colocarei minhas idéias. Rock Life - É verdade que o Kiss fez um acordo com a Sanctuary e a Universal Music para lançar um DVD chamado Beyond the Make-Up, na verdade uma versão estendida do documentário da VH1? Tommy Thayer - Eu não sei muito sobre isso, somente que teve esse documentário promovido pela VH1 e era um especial do Kiss, basicamente a mesma coisa que as pessoas viram no Second Coming e em alguns outros vídeos. Acredito que alguém teve a idéia de colocar isso em DVD para as pessoas comprarem, mas o especial Beyond the Make-Up não contem nada que as pessoas não tenham visto antes, não é nada de especial. Rock Life - Para finalizar, vamos falar agora do DVD Rock the Nation Live!. Ouvi várias coisas a respeito, mas não sei exatamente o que é verdade. Por exemplo, que vocês gravaram shows em Melbourne, Sydney, Washington D.C. e Virginia Beach. Que apresentações farão parte do vídeo? Tommy Thayer - Gravamos e filmamos três shows em 2004: Washington D.C. em 24 de agosto, e Virginia Beach, no dia seguinte. As imagens foram registradas em alta definição e gravamos em mesa digital, então tudo ficou numa qualidade excepcional. Nos últimos seis meses eu e mais uma pessoa colocamos juntos os shows inteiros e incluímos um documentário e algumas cenas de bastidores, ambos filmados por um amigo meu de mais de dez anos chamado Spiros Papadoulos. Ele cuidava da parte de merchandising do Kiss e agora é o road manager, assim ficou com a câmera o tempo inteiro capturando imagens para que fossem colocadas no DVD. A idéia é que tudo isso seja colocado em dois discos, mas já ouvi rumores de que seriam acrescentados mais um ou dois com filmagens antigas do Kiss, nos anos 70, e alguns extras especialmente para os fãs mais fanáticos pela banda. Não sei que tipo de material será incluído, pois por enquanto são apenas boatos. A princípio o DVD será lançado em outubro. Ao menos eu espero que sim [risos]. Rock Life - Tommy, muito obrigado pela entrevista. Foi um prazer conversar com você! Tommy Thayer - Obrigado a você, pois realmente gostei do papo. Espero algum dia poder estar aí com vocês, pois o publico brasileiro é maravilhoso!
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Entrevista conduzida por Daniel Dutra
Transcrição: Rodrigo Scelza Fonte : Rock Life Magazine
Fonte:kissonline/Cassyus
27/07/2007
Retirado e traduzido do:
http://www.kissonline.com
By Louis Antonelli, Jim Lunger
& Keith Leroux
Por Cassyus Lima
Na última noite (27/07/07), uma extraordinária página foi escrita na KISSTORY.
No cassino Soboba em San Jacinto, Califórnia, última parada da banda na "Hit & Run" Mini Tour,
o KISS tocou pela primeira vez em TRIO. Imediatamente depois da passagem de som, Paul Stanley caiu de repente,
aparentando meio mal, mais
tarde foi verificado um "ataque cardíaco".
Assim que ficou determinado pela equipe médica, que Paul
não poderia tocar, houve conversa sobre cancelamento do
show. Foi então, que Paul
mesmo insistiu para que a banda tocasse sem ele.
Paul tinha consciência
de que os fãs haviam viajado longas distâncias para ver o Show e
não seria por causa de um indivíduo que não iam poder ver o
concerto.
O empresário da banda, Doc McGee, foi ao palco para anunciar
que Paul estava doente e impossibilitado de tocar,
mas Gene queria falar com os fãs.
Gene perguntou ao público se eles gostariam de ver ele, Tommy e Eric tocando.A Platéia respondeu em coro "Yes, Yes, Yes". Com isso, Gene anunciou que o show era um tributo a “A Melhor Voz no Rock and Roll - O Deus do Rock Paul Stanley”. Com Paul a caminho do Hospital - Gene,Tommy e Eric tocaram com o coração em homenagem ao seu grande líder! O set list, aumentava enquanto a noite continuava, o KISS explodiu no ar quente da noite - Tentando abraçar juntos o máximo da alma e coração da banda.
Em um momento emocionante, Gene falou para o público que era filho único, mas teve um irmão - "Paul Stanley" -
Para‘Christine Sixteen' foram convidados 11 fãs para subir no palco e ajudar a tocar a música adicionando muita diversão na noite.O Trio executou um set list cheio de clássicos e raridades - ‘Watchin’ You’, ‘Goin’ Blind’, ‘Nothing to Lose’, ‘Black Diamond’, ‘Cold Gin’, ‘She’, e ‘Parasite’.
A arena lotada estava filada com dedicados fãs que aproveitaram essa noite única e curtiram a banda bem "alto". Nos refrões finais de ‘Rock & Roll All Night’ ,
e nos últimos jatos de fogos e confetes que brilharam no céu da noite.
Todos assistiram uma grande
performance musical, tocada pelos dedicados e
extraordinários músicos que deram tudo de si por seu
companheiro.
Outra coisa que todo fã de KISS no show percebeu, é a
tamanha sorte que temos tendo nossa banda favorita,
liderada pelo melhor front
man do Rock and Roll PAUL STANLEY, tão importante para nós fãs!
Fique bem em breve PAUL ! - Nós te amamos!
Set list
01. Deuce
02. Cold Gin
03. Calling Dr. Love
04. (Long Pause) Christeen Sixteen
05. Nothin' to Lose (w/ Eric Singer on vocals)
06. I Love it Loud
07. Goin' Blind
08. Watchin' You
09. She
10. Parasite
11. God of Thunder
12. Let Me Go, Rock 'N Roll
13. Black Diamond (w/ Eric Singer on vocals)
14. Rock and Roll All Nite
O show em áudio você pode ter aqui
FOTOS
DO SHOW DO KISS COMO TRIO

Veja algumas fotos da noite em que
Paul passou mal e o KISS tocou, pela primeira vez, como um trio.Gene, Tommy e Singer mandaram ver no set list e empolgaram a platéia com a justa homenagem feita a a Paul Stanley.Um show para ficar na memória. O público aplaudiu de pé a performance do Trio, que fez dessa noite um marco na história da banda de rock mais quente de todos os tempos.Clique nas imagens para ampliá-las.
MENSAGEM DE PAUL STANLEY
:: 28/07/2007FONTE:paulstanley.com
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"Durante a passagem de som ontem, meu coração espontaneamente pulou para os 190 batimentos por minuto, onde fiquei por mais de uma hora, necessitando de paramédicos para iniciar um IV e me dar choques para parar meu coração e fazê-lo voltar ao normal. Não saber se essa situação era uma "armação da vida" tornou tudo mais exaustivo. Depois de consultar o cardiologista e os paramédicos no Cedar Sinai, eles confirmaram o meu maior medo. Disseram que eu me colocaria em risco se tentasse tocar. Estou muito orgulhoso de Gene, Tommy e Eric, por levarem o grupo sem mim Eu peço desculpas a qualquer pessoa que eu tenha desapontado e irei fazer isso para vocês quando eu vê-los de
novo."
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EU ESTOU ABSOLUTAMENTE BEM !!
:: 30/07/07FONTE:-paulstanley.com/KDTP
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ESPECIAL ERIC CARR PARTE 4 :: 28/11/08
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FONTE:-kissKillers.com.br/KDTP
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ESPECIAL ERIC CARR PARTE 3 :: 26/11/08
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FONTE:-kissKillers.com.br/KDTP
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ESPECIAL ERIC CARR PARTE 2 :: 24/11/08
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FONTE:-kissKillers.com.br/KDTP
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ESPECIAL ERIC CARR PARTE 1
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FONTE:-kissKillers.com.br/KDTP
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A Kisstória por enquanto pára por aqui. Mas ao saber de mais notícias , estaremos divulgando e ajudando a comunidade Kissmaníaca a se manter atualizada com os acontecimentos que envolvem a maior banda de rock de todos os tempos.
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